Amazonino ganhou em 28 municípios e em Manaus, enquanto Braga em 27

Os candidatos Amazonino Mendes (PDT) e Eduardo Braga (PMDB) disputam o segundo turno das eleições suplementares para escolha do novo governador do Amazonas. O primeiro turno foi realizado no domingo (7) em 62 municípios do estado. Amazonino conseguiu mais votos em 28 cidades do interior. Braga foi o mais votado em 27 e Rebecca Garcia (PP), em seis municípios. Na capital Manaus, Amazonino também foi o primeiro colocado.

Após a apuração de 100% dos votos, Amazonino teve 38,77% dos votos válidos e Braga recebeu 25,36%. A nova etapa de votação ocorre no dia 27 de agosto.

Amazonino venceu em todas as zonas eleitorais de Manaus no 1º turno. No interior, ele teve mais votos em 28 cidades: Apui, Alvarães, Amaturá, Autazes, Barcelos, Beruri, Boa Vista do Ramos, Careiro, Careiro da Várzea, Coari, Codajás, Eirunepé, Envira, Iranduba, Itacoatiara, Itamarati, Manacapuru, Manicoré, Maués, Novo Airão, Novo Aripuanã, Parintins, Pauini, São Gabriel da Cachoeira, São Sebastião do Uatumã, Tefé, Tonantins, Fonte Boa.

Braga ganhou em Anamã, Atalaia do Norte, Barreirinha, Benjamim Constant, Boca do Acre, Borba, Caapiranga, Carauari, Guajará, Ipixuna, Itapiranga, Japurá, Jutaí, Lábrea, Manaquiri, Manicoré, Maraã, Nhamundá, Nova Olinda do Norte, Presidente Figueiredo, Santa Isabel do Rio Negro, Santo Antônio do Iça, São Paulo de Olivença, Silves, Tabatinga, Tapauá, Urucará e Urucurituba.

A terceira colocada no primeiro turno, Rebecca Garcia (PP) recebeu mais votos em: Anori, Canutama, Humaitá, Juruá, Rio Preto da Eva e Uarini.

Votos

O primeiro turno da eleição suplementar teve 569.501 (24,35%) de abstenção, eleitores que deixaram de ir às urnas. Votos brancos somaram 61.826 (3,49%) e votos nulos, 218.201 (12,33%). Ao todo foram 1.489.358 (84,17%) votos válidos.


Eleição suplementar

O estado tem novas eleições diretas após os mandatos do ex-governador, José Melo, e do vice, Henrique Oliveira, terem sido cassados por compra de votos nas eleições de 2014.

A eleição havia sido suspensa após decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, no dia 28 de junho. Entretanto, no dia 6 de julho, o ministro do STF Celso de Mello anulou a decisão anterior e manteve o pleito.


Ainda há recursos na própria Justiça Eleitoral e no Supremo que podem trazer novas decisões que implicariam na posse do governador eleito nas eleições diretas deste ano.

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