Organizadas protestam no Cruzeiro, pedem saída de Gilvan e Mano e bradam: 'Copa do Brasil virou obrigação'

Insatisfeitas com vários resultados recentes do clube, diversas organizadas do Cruzeiro protestaram nesta quarta-feira em frente ao centro de treinamento da equipe celeste.

Os uniformizados levaram faixas pedindo a saída do técnico Mano Menezes e do presidente Gilvan de Pinho Tavares. Além disso, exigiram a conquista da Copa do Brasil.

"Não é mole não, a Copa do Brasil virou obrigação", bradaram os torcedores.

"Não é mole não, estou com saudades do Cruzeiro campeão", disseram também.

Diversos jogadores, como o zagueiro Dedé e o meia Arrascaeta, também tiveram seus carros cercados pelos organizados, que cobraram os jogadores pelos maus resultados recentes, apesar dos salários em dia.

A Polícia Militar acompanhou os protestos de longe, sem intervir. Seguranças particulares do Cruzeiro tiveram que entrar em ação para escoltar os carros até a parte de dentro do CT.

Na sequência, dois representantes de cada organizada foram liberados pela diretoria celeste para entrarem no centro de treinamento para conversarem com os jogadores.

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, a "Raposa" perdeu por 3 a 1, de virada, para o rival Atlético-MG, caindo para a 13ª posição da tabela, a quatro pontos da zona do rebaixamento.


Já na Copa do Brasil, o Cruzeiro chegou a abrir 3 a 0 contra o Palmeiras, em pleno Allianz Parque, no jogo de ida das quartas de final. Contudo, os comandados de Mano Menezes não mantiveram o mesmo ímpeto no segundo tempo e permitiram aos paulistas empatarem o  jogo em 3 a 3, deixando o confronto aberto para o duelo de volta

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