Ministra declara "suspeita para atuar no processo de eleição no Amazonas", por seu primo ser advogado de Braga

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Cármem Lúcia, se declarou suspeita e encaminhou à vice-presidência da Corte, o ministro Dias Toffoli, o julgamento das ações que pedem a retomada da eleição suplementar direta para o governo do Amazonas.

No despacho, publicado na tarde desta quinta-feira (6) no processo, ela diz: “(…) Por motivo de foro íntimo, declaro-me suspeita para atuar no presente processo (…)”.


Pela legislação, a ministra não é obrigada a dizer os motivos de se considerar suspeita. Há, pelo menos, quatro ações contra a decisão do ministro Ricardo Lewandowski que suspendeu o processo eleitoral para a eleição suplementar no Amazonas.

Mais fontes informaram que ela é prima de terceiro grau do ex-presidente do STF Sepúlveda Pertence, um dos advogados de Eduardo Braga, candidato nas eleições  -para não julgar a questão. Pertence assumiu o caso um dia antes da decisão de Carmem Lúcia. Com isso, a responsabilidade para decidir a questão foi repassada para o vice-presidente do órgão, Dias Toffoli.




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