Governador em exercico aprendendo um paranauê

E hoje no mundo da politica nosso excelentíssimo governador David Almeida (PSD) acredita ter encontrado uma maneira de bular o veto que recebeu de seu partido para a disputa ao Governo do Amazonas na possibilidade de eleição indireta, por seus pares da Assembleia Legislativa (ALE-AM).

Por trás do panos da política, David estaria se preparando para repetir um fato ocorrido há 13 anos, em uma situação de escolha indireta no parlamento municipal.

Um documento sobre troca de partido em cima da hora que liberou o então presidente da Câmara Municipal de Manaus Alberto Carijó para sair do PL, do prefeito à época Alfredo Nascimento, e se filiar ao PDT de Amazonino Mendes.

A cartada permitiu que Carijó se tornasse prefeito tampão em 2004, com a ida de Alfredo para o Ministério dos Transportes do governo Lula (PT) em março daquele ano.

O prefeito na época Alfredo não conseguiu, assim, deixar no cargo o nome que preferia, o secretário de Finanças de então Aluísio Braga.

E o galo Carijó foi eleito indiretamente com as regras que ele mesmo tinha preparado enquanto presidente da Câmara.


O fato foi mais um na história da política do Amazonas de acordos desfeitos de surpresa. Na eleição a prefeito de 2004, Amazonino acabou derrotado por Serafim Corrêa (PSB).

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