Suspensão de visitas íntimas em presídios federais é prorrogada

As visitas íntimas e sociais a detentos dos presídios federais seguirá suspensa por tempo indeterminado. A decisão foi tomada pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e informada a advogados de defesa e familiares dos presidiários. O ministério da Justiça, órgão ao qual o Depen está atrelado, ainda não tomou uma posição oficial sobre o assunto.

A restrição às visitas foi determinada, inicialmente, em 29 de maio e tem validade por 30 dias. De acordo com o UOL, um memorando do Departamento Penitenciário indica que a medida tinha como alvo principal os líderes de facções criminosas. Eles se aproveitavam do contato com pessoas de fora das penitenciárias para passar instruções gerais e determinar ações como a morte de agentes do sistema carcerário.

Um exemplo que motivou a determinação do Depen foi um esquema comandado por Fernandinho Beira-Mar. Investigações apontam que o criminoso usava as visitas íntimas e sociais para seguir no controle de uma rede de tráfico de drogas e de lavagem de dinheiro.


Em 25 de maio, uma psicóloga do presídio de segurança máxima de Catanduvas foi assassinada em uma emboscada. A Polícia Federal (PF) suspeita que o caso foi motivado por ordens de líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC). Segundo o UOL, a facção determinou a morte de dois agentes de cada um dos presídios federais até a próxima sexta-feira (30).

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