Herman Benjamin adia para quinta a leitura de seu voto e análise das acusações

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Herman Benjamin, adiou a leitura de seu voto no julgamento da chapa Dilma-Temer e deixou para quinta (8) a análise das acusações contra a ex-presidente Dilma Rousseff e o presidente Michel Temer.

Sendo assim, amanhã será anunciada a decisão de Herman, de recomendar ou não a cassação do atual mandato de Temer e a inegibilidade de Dilma.

Na sessão de hoje, o  relator, Herman Benjamin, se concentrou na análise das preliminares, sobre a regularidade do processo e aos questionamentos das defesas de Dilma e Temer.

Benjamin gastou quase quatro horas, durante a leitura da primeira parte de seu voto, rebatendo as preliminares levantadas pelos advogados de Dilma e Temer.  As defesas argumentam que o relator não poderia ter colhido os relatos de executivos da Odebrecht, que foram obtidas a partir de vazamentos ilegais e que não tiveram oportunidade de acessá-las enquanto estavam em sigilo.

Herman quer manter no processo os relatos de executivos da Odebrecht, que relatam o abastecimento da campanha com dinheiro de caixa 2, que seria propina pelos contratos adquiridos pela empreiteira na Petrobras. Entretanto, é necessário o voto dos outros seis ministros da corte, para definir se os depoimentos serão ou não mantidos.

O ministro rebateu as alegações, ressaltando que a ação do PSDB já apontava doações ilegais, supostamente provenientes de contratos de empreiteiras com a Petrobras, para a campanha presidencial de Dilma Rousseff e Michel Temer.

A sessão está marcada para começar às 9h e deve se prolongar por todo o dia até a noite. Se for necessário, os ministros vão abrir outra sessão na sexta (9) para concluir o julgamento.


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