Decisão de Lewandowski coloca de volta quadrilha no governo do Amazonas



O ministro do Superior Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski mandou suspender a decisão que mantinha o governador José Melo (Pros) e o vice Henrique Oliveira (SD) suspensos do cargo de governador e vice, respectivamente.

Segundo o despacho do ministro, Melo e sua gangue tem até o fim de todos os recursos para ficar no cargo, o que deve durar em média um mês. Enquanto isso, a eleição para o governo suplementar ficará suspensa. 

A acção cautelar 4342 que resultou na decisão foi movida por Henrique Oliveira contra o candidato derrotado, Eduardo Braga (PMBD).

Quadrilha à postos 

Com a volta imediata ao governo, a quadrilha que promovia verdadeiros desmandos deve continuar fazendo a devassa nos cofres públicos, mas agora com um objetivo além usurpar o erário: articular a permanência. A quadrilha de José Melo terá um mês, mais ou menos, para tentar se livrar das acusações e permanecer no poder. As ratazanas estão em festa, lê-se: Edilene Gomes.

Abusando do cargo

O governador internino do Amazonas, David Almeida (PSD), tem visitado o interior do estado com a desculpa de inaugurar obras,  no entanto seu claro interesse era usar da estrutura do estado para fazer campanha para sua candidata Rebecca Garcia (PP). Em um estado sério, onde a justiça não se curva ao rei de plantão, David, já estaria sendo investigado por esse e outros atentados contra licitude no governo.

Sonho distante

Parece que o inferno astral político de Marcelo Ramos (PR), não acaba mesmo. Empolgado com a campanha eleitoral, Marcelo vê seu sonho de ser cacique político cada vez mais distante com a decisão do ministro Ricardo Lewandowski sobre a suspensão da eleição no estado. Marcelo Ramos que até então pertencia ao grupo do governador José Melo, e depois passou para o lado de Eduardo Braga, manifestou sua insatisfação quanto a decisão. A política do camaleão, que muda com cada contexto não tem dado muito certo, Marcelo já foi aliado de Vanessa Grazziottin (PCdoB), Serafim Corrêa (PSB), José Melo (Pros) e agora de Eduardo Braga (PMDB). 

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