Ação conjunta traz resultado e incomoda blogueiro

Não existe estratégia ou acordo para dominar a casa, a verdade, é que a luta é árdua e combater o crime, nunca foi fácil. Jamais será.  Manaus vive dias de terror desde a chacina ocorrida em Janeiro no início deste ano. Condenar e apontar o dedo  para quem arregaça as mangas e tenta "na unha" diminuir a criminalidade é papel de  quem tenta chamar atenção no desespero. 
Na última sexta-feira (2) foi deflagrada a operação “Cidade Segura”, encabeçada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP/AM). Pelo menos mil homens das polícias militar e civil, além de agentes da própria SSP/AM participaram das ações. A abertura da operação ocorreu na base do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM), em Petrópolis, Zona Sul da capital.
Desde a elucidação do caso do soldado Paulo Sérgio da Silva Portilho, 34, encontrado morto em uma invasão da Zona Norte de Manaus, as equipes policiais reforçaram as atividades nas ruas para inibir a criminalidade na cidade.
Como ficou depois daquele fogo?
A invasão do Buritizal Verde, no Nova Cidade, local da barbárie que envolveu do militar na última terça-feira (30), foi um dos locais tomados por policiais militares do Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque), que desde então vigiam o lugar para manter a tranquilidade dos habitantes de bem.
Desde a fuga dos traficantes envolvidos na morte do soldado não houve mais qualquer indício de venda de entorpecentes na região.

É contra a criminalidade que se luta!
O intuito é fechar o cerco, principalmente, contra o tráfico de drogas em Manaus, maior causador de mortes na capital amazonense.
Segundo o secretário de segurança do estado, Sérgio Fontes, os homicídios decorrentes em Manaus são em sua quase totalidade motivados por acerto de contas entre traficantes rivais.

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