Sim! Juma morreu em vão. Ministério Público arquiva processo



O Ministério Público Federal (MPF), em decisão colegiada no último dia 11, arquivou o processo civil instaurado para apurar a denúncia da morte da onça Juma, que era mantida em cativeiro, no Centro de Instrução e Guerra na Selva (CIGS), pelo Exército Brasileiro. A onça foi abatida após o evento de passagem da tocha olímpica em junho do ano passado. 

Devido à repercussão internacional causada pela morte da onça-pintada Juma, membros de organizações não governamentais, parlamentares e cidadãos de Manaus ingressaram com ao menos oito representações no Ministério Público Federal (MPF) no Amazonas pedindo investigação do caso. 

Juma era mascote do 1° Batalhão de Infantaria de Selva (BIS), unidade subordinada ao Comando Militar da Amazônia (CMA) do Exército. O animal, que tinha nove anos de idade, foi morto depois de participar da cerimônia do Revezamento da Tocha Olímpica Rio 2016 no Zoológico do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), localizado na zona oeste de Manaus.
Diz o CMA que a onça-pintada Juma escapou do interior do Zoo do CIGS. “O procedimento de captura foi realizado com disparo de tranquilizantes. O animal, mesmo atingido, deslocou-se na direção de um militar que estava no local. Como procedimento de segurança, visando a proteger a integridade física do militar e da equipe de tratadores, foi realizado um tiro de pistola no animal, que veio a falecer.”

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