Saiba os motivos de políticos amazonenses constarem na Lava Jato



Poucos amazonenses sabem a real situação dos políticos investigados na Lava Jato. Após a determinação do Ministro Edson Fachin de abertura de inquérito para investigar oito ministros, três governadores, 24 senadores e 37 deputados federais e a citação de toda bancada amazonense no senado, o Jornal O Globo, criou uma ferramenta de pesquisa com todos os nomes dos citados na lista de Janot.

Na pesquisa, consta que o senador, Eduardo Braga (PMDB), por exemplo, é investigado no Superior Tribunal Federal (STF) por Advocacia administrativa, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e teria recebido propina de R$ 1 relativos à construção da ponte do Rio Negro, segundo o delator Arnaldo Cumplido de Souza e Silva.

O senador Omar Aziz (PSD), é investigado por Advocacia administrativa, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro. Segundo os delatores, quando era governador do Amazonas, teria recebido repasses, em valores não informados, para favorecer o consórcio integrado pela Odebrecht na construção da ponte do Rio negro.

A senadora Vanessa Grazziottin (PCdoB), teria recebido doações via Caixa 2 à campanha da senadora para prefeita de Manaus em 2012. As doações, em valores não informados, foram acertadas em reunião com o marido de Vanessa, Eron Bezerra. Vanessa é investigada pelo crime de falsidade ideológica. A senadora afirma que as doações para sua campanha foram legais, declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.

O também citado, deputado Alfredo Nascimento (PR) teria recebido doação de R$ 200 mil, via caixa 2, em sua campanha de 2006. O repasse teria sido solicitado por Nascimento, então ministro dos Transportes, em reunião com empresas ligadas à Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias. O deputado está sendo investigado por corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro.

Ao todo, 97 políticos com foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal serão investigados na Operação Lava-Jato após determinação do ministro Edson Fachin, relator do caso na Corte.

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