Os pareceres alfaiate da Procuradoria Geral do Estado do Amazonas

NA PGE/AM PAU QUE DA EM CHICO, NÃO DA EM FRANCISCO

Coronel Walter Cruz - foto - divulgação
Realmente, quando se pensa que tudo de pior já aconteceu sob a égide da Administração por Sustos, a realidade sempre mostra que algo muito pior pode ainda se abater sobre o moral da Tropa.
A PGE solicitou, à 2ª Vara da Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Amazonas, a exoneração de 500 policiais militares, alegando que os concursados não respeitaram a idade limite para ingresso na corporação.
Mas, a mesma PGE vem prevaricando sem agir há vinte e seis anos, em uma situação que envolve um grupo de oficiais R-2 que foi nomeado em 1991, sem ser concursado. A seleção direcionada para a inclusão teve como edital a publicação na seção: Cidade, jornal A Crítica de 20/10/1990 (Sábado). PM inscreve para formação de oficial de 29/10 a 09/11/1990, inscrições para seleção ao Curso de Formação de Oficiais. – Ter idade máxima de 23 anos. Quinze oficiais R-2 incluídos sem concurso público, apenas quatro preenchiam o requisito de idade por pertencerem a classe de 1968, os demais entraram com a idade acima do limite permitido. Alguns já galgaram o posto de coronel, tenente coronel e apenas um ainda é major; dentre os coronéis existe um que foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado a devolver 10.000.000,00 (dez milhões de reais), o ex-diretor do Manaustrans WALTER Rodrigues da CRUZ Junior.

 Ex-diretor do Manaustrans terá de devolver R$ 10 milhões aos cofres públicos

Por unanimidade, o colegiado do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) reprovou, na manhã desta terça-feira (12), as contas do ex-diretor do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito  (Manaustrans), Walter Rodrigues da Cruz Júnior, referente ao ano 2012. Entre as irregularidades apontadas pela relatora do processo, conselheira Yara Lins dos Santos, que causaram dano ao erário, estão contratações de empresas sem licitação para fornecimento de alimentação em eventos dos órgãos; aluguéis de imóveis também sem licitação; descontrole no uso de carros alugados; pagamento de cursos para os servidores sem a realização de empenho e pagamentos com sobrepreços.

Além de multar o ex-gestor a devolver aos cofres públicos R$ 10,8 milhões, entre multas e glosa, o colegiado acatou o voto-destaque ao processo do conselheiro Érico Desterro.

Por Macunaíma Amorim 






Relacionados

CORREDORES DO PODER 4933193856323784922

Corredores do Poder

+ CORREDORES DO PODER

Julgamento de josé melo

Relator vota contra cassação de Melo e ministra pede vistas do processo

Julgamento de José Melo na íntegra

Instagram

WHATSAPP

WHATSAPP

Publicidade

Publicidade
item
Wordpress