Caso que afastou presidente sul-coreano atinge samsung

As investigações sobre o escândalo de corrupção que afastou a presidente sul-coreana Park Geun-hye do cargo colocaram o herdeiro do grupo Samsung, Lee Jae-yong, na mira das autoridades. Vice-presidente da gigante eletrônica, Lee é acusado de envolvimento em pagamentos de propina a Choi Soon-sil, amiga de longa data de Park.
O herdeiro da Samsung, que vem sendo questionado pela polícia nos últimos quatro meses, será interrogado na quinta-feira de novo por um promotor especial, na condição de suspeito. Lee assumiu um papel maior no controle dos negócios da família após seu pai, Lee Kun-hee, ficar debilitado por um ataque cardíaco sofrido em 2014. Ele é neto do fundador da companhia.
Choi é acusada de usar seus laços com a presidente afastada para coagir as principais empresas do país a doar dezenas de milhões de dólares a duas organizações sem fins lucrativos das quais teria desviado fundos. Entre as empresas que se envolveram nas transações, a Samsung foi responsável pelas maiores doações.
Lee também é acusado de transferir milhões de dólares a Choi, que teriam sido usados para financiar treinamentos de equitação na Alemanha da filha da principal confidente e braço direito de Park, além de presenteá-la com um cavalo avaliado em 1 bilhão de wons (cerca de R$ 2,7 milhões).

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